segunda-feira, agosto 06, 2012

Para que?

Oi pessoal! Então, eu queria avisar primeiramente que não estou conseguindo responder os comentários aqui, então, deixem o link de seus respectivos blogs e eu dou uma passadinha por lá, Ok? 

Hoje conversei com uma velha amiga minha. Há muito tempo eu não a encontrava e quando conheci, ela namorava um garoto. Durante a conversa ela me contou tudo que aconteceu entre eles e eu realmente fiquei muito sentida com o trajeto do namoro deles. Não são poucos casos que conheço assim, já vi acontecendo aos meus lados. Então eu escrevi este texto, que se refere a uma carta motivacional de declarações.


Estava mais uma vez sozinha. Apenas pensar que você não poderia me ajudar nas horas seguintes, me fazia chorar. Pensei que meu mundo havia completamente desabado e que meus dias seriam os piores.
Lembra daquela foto que me deu? E ainda guarda o desenho que te fiz? Se pelo menos tivesse alguma resposta, saberia o quanto ainda tenho de você. Quando eu aprender o verdadeiro sentido de tudo, farei qualquer coisa para te alcançar. Ainda que sacrificados quilômetros nos separam, minhas lembranças provavelmente me amparam. 
E ali, na mesma biblioteca que te conheci, eu lia um livro de romance. Desesperada para encontrar a solução. O que não me fez acreditar, foi a percepção de te conhecer; ela realmente aconteceu, e se isso existiu algum dia, significa que a qualquer hora eu posso te reencontrar e novamente me apaixonar...
E de repente, me deixo em lembranças: você me abraçava e contornava os problemas à cerca enquanto eu tentava te compreender. E depois, me vi inconstante, você partia em um avião, sem mesmo me avisar, agradecer ou despedir. Tudo que pensei sobre você, também partiu, a lembrança me custou a dor.
Eu senti, em algum dia, que eu não era capaz de ultrapassar as fronteiras e que qualquer pessoa me tornaria vulnerável. É uma pena acreditar que isso aconteceu. Mas eu inexplicavelmente me decidi. Larguei os livros para trás, na mesa em que rimos da mesma piada, e saí.
Já na avenida, olhei para trás, lá estava a biblioteca. Senti que você ainda estava ali, mas eu aprendi a contornar e levantar a cabeça, e realmente era o melhor a fazer naquele momento... 
Sua casa foi o primeiro lugar que pensei. Talvez ir lá e declarar tudo o que eu sofria e me livrar claramente das lembranças. Não. Você não estava lá, aliás, você simplesmente partiu, lembra?
Então, esperei dias. E meses completaram minha espera. Todo o sentimento que um dia senti por você simpatizou com meu ódio. O destino, talvez? Claro que não. Se você quis, a decisão foi totalmente sua e as consequências abortou todo o meu amor. 
É difícil acreditar, mas pela primeira vez, sentada em uma mesa da biblioteca, eu sorrio diante desta história. Ah! A biblioteca foi reformada, sabia? E os livros velhos e os inúteis, foram jogados foras.  O primeiro livro que você me indicou, foi para o lixo. Ele era um romance com tragédia... Era um prenúncio? Talvez...
Mas a única lição que tomei disso, foi que nada adiantou eu tanto sofrer. Suas atitudes me machucaram sim, mas foi muito tempo que perdi em minha vida por uma pessoa que não tem sentimentos.

2 comentários:

Polliane on 7 de agosto de 2012 12:41 disse...

Nossa, você escreve SUPER, IPER, MEGA bem. *O*
Lindo o textos viu !?
Beiijinhos :*

http://girl-fashion-star.blogspot.com.br

Fernanda Santos Carvalho on 7 de agosto de 2012 15:29 disse...

Adorei esse texto, super beim escrito, e seu blog, um docinho que vicia, ameei. Seguindo*

http://justt-aa-girl.blogspot.com.br

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